Cartilha sobre drogas

CARTILHA  SOBRE  DROGAS

APRESENTAÇÃO

Convidado a colaborar como Assessor  de Conscientização Acerca das Drogas, pelo governador do Distrito LC-8, CL  Ricardo Komatsu é com satisfação que apresentamos esta Cartilha sobre as drogas, num trabalho de pesquisas realizados na internet, outros livros e revistas especializadas a respeito, onde pudemos buscar informações sobre 27 tipos de drogas, suas composições,  seus efeitos colaterais prejudiciais a saúde e alternativas para o tratamento.

A intenção é levar informações sobre as drogas, aos leitores desta Cartilha, transmitindo conhecimentos gerais, sobre causas, efeitos e os grandes prejuízos  que as mesmas provocam  a saúde de todos que infelizmente a utilizam. Lamentavelmente hoje no Brasil, na faixa etária entre 12 a 65 anos, cerca de 14% da população, utilizam ou utilizaram drogas psicoativas (substâncias naturais ou sintéticas), isto significa aproximadamente 25 milhões de pessoas envolvidas e dependentes quimicamente.

Inúmeras entidades existem, com a finalidade em ajudar e tentar recuperar pessoas dependentes de drogas e álcool, com trabalhos laborterápicos, psicológicos e tratamentos específicos para  a reabilitação destas pessoas.  Uma destas entidades é a CATOC – Centro de Apoio Terapêutico de Osvaldo Cruz, sediada em zona rural, no município de Osvaldo Cruz, estado de São Paulo, entidade esta que já recebeu recursos do LCIF, para seu funcionamento inicial e que  através de Moção aprovada na II  Convenção do Distrito LC-8 em 2001,  tornou-se uma entidade de todos os clubes do Distrito LC 8.

Invocamos a todos os CCLL; CCaLL; DDMM e Leos que ajudem a conscientizar as pessoas sobre os malíficios causados pelas drogas, principalmente aos jovens, para não entrarem neste caminho de dependência, evitarem a primeira vez, pois toda droga é uma DROGA.  PARE … PENSE … SEJA INTELIGENTE … NÃO USE DROGAS !

NÓS ACREDITAMOS NO VALOROSO TRABALHO VOLUNTÁRIO DE CADA UM

CL  Alcides  Leal

Assessor de Conscientização Acerca das Drogas

DISTRITO LC 8    –     AL 2011/2012

LIONS CLUBE DE OSVALDO CRUZ

e.mail :- sediclaleal@terra.com.br

O LIONS CLUBE quer que você fique por dentro de um assunto muito importante: DROGAS.

Nesta cartilha, você encontrará informações básicas sobre drogas, dados de pesquisa, links, e legislação, ou seja, tudo para você conhecer melhor o tema e ajudar a quem precisa. PARE, PENSE, SEJA 10: NÃO USE DROGAS!

Abra os olhos…” O que é droga?

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde, intitulamos “droga” qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios, farmácias, tinturarias, etc., desde um pequeno comprimido para aliviar uma dor de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga. Contudo, o termo é comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância tóxica que leva à dependência como o cigarro, e o álcool, que por sua vez têm sido sinônimo de entorpecente.
As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e atingem o cérebro alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a reações agressivas.

O que leva uma pessoa a usar drogas?

Pesquisas recentes apontam que os principais motivos que levam um indivíduo a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos (mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas familiares), coragem (para tomar uma atitude que sem o uso de tais substâncias não tomaria), dificuldade em enfrentar e/ou agüentar situações difíceis, hábito, dependência (comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc.

Confira as Principais Drogas conhecidas atualmente:

1) Alcool

Princípio ativo

Considerado uma droga psicotrópica, o álcool é consumido em bebidas vendidas comercialmente. O teor alcoólico – porcentagem de álcool presente na bebida – varia de acordo com a marca e com o tipo de bebida.A bebida alcoólica pode ser produzida de duas maneiras: fermentação ou destilação. A cerveja, por exemplo, é uma bebida produzida por fermentação, com baixo teor alcoólico (cerca de 8%). Já os destilados, como o uísque, a pinga e a vodka apresentam teores alcoólicos mais altos, que podem chegar a 45%.

Efeitos

Os efeitos do álcool no organismo variam de acordo com o tipo de bebida ingerida, organismo do consumidor e constância de consumo. Os efeitos são os mais variados, desde um simples mal-estar até a falência múltipla dos órgãos e morte. A mistura de bebidas – fermentadas com destiladas – contribui para potencializar os efeitos do álcool.O consumo do álcool causa, em um primeiro momento, euforia, desinibição e sociabilidade. Conforme aumenta a dose, os efeitos passam ser mais depressivos, causando falta de coordenação motora, diminuição sensitiva, descontrole, sono e até uma espécie de coma, denominado coma alcoólico. O álcool pode deixar também o consumidor com o rosto vermelho, causar dor de cabeça, dificuldade de falar e mal-estar seguido de vômito.O consumo contínuo de álcool traz conseqüências graves, como doenças em todos os órgãos do corpo humano, em especial o estômago, o fígado, o coração e o cérebro.O álcool está intimamente ligado ao aparecimento de certas doenças como a cirrose, gastrite, polineurite, anemia, pelagra e úlceras cutâneas. Além disso, ele causa deficiência de vitaminas B1, B2, B6, B12 e C. O álcool afeta também a parte do cérebro que controla a freqüência respiratória e cardíaca.Durante a gravidez, o álcool pode causar sérias deficiências físicas ou mentais no feto, assim como uma predisposição ao consumo de álcool na vida adulta.

Histórico

Segundo alguns registros arqueológicos, os primeiros indícios do consumo de álcool pelo ser humano datam de mais de oito mil anos. No primeiro momento, as bebidas eram produzidas apenas pela fermentação e, por isso, tinham um baixo teor alcoólico. Com o desenvolvimento do processo de destilação, começaram a surgir as primeiras bebidas mais fortes e mais perigosas.Com a Revolução Industrial, a bebida passou a ser produzida em série, o que aumentou consideravelmente o número de consumidores e, por conseqüência, os problemas sociais causados pelo abuso no consumo do álcool.

Curiosidade

Um dos grandes problemas, dentre os muitos causados pelo álcool, é a combinação bebida – direção. Por afetar consideravelmente a coordenação motora e o tempo de reação do alcoolizado, muitos acidentes fatais ocorrem devido ao motorista estar sob o efeito do álcool. Dirigir sob efeito de álcool é proibido por lei no Brasil e a quantidade máxima da substância aceita no país é de 0,6 gramas por litro de sangue.

2) Anfetaminas

Princípio ativo

São diversos os tipos de anfetaminas no mundo, não existindo uma única substância que as caracterize. A metanfetamina é uma das mais difundidas nos Estados Unidos. Ela é normalmente fumada com a ajuda de um cachimbo e é conhecida como “ice”. Na Europa, principalmente na Holanda e Inglaterra, a anfetamina mais comum é a metilenodioximetanfetamina, que é usualmente ingerida com bebidas alcoólicas.

Efeitos

O efeito que caracteriza as anfetaminas é o aumento da capacidade física do usuário, ou seja, a pessoa sob efeito da droga é capaz de praticar atividades que normalmente não conseguiria. Isso ocorre porque as anfetaminas aumentam a resistência nervosa e muscular do usuário, aumentam também a capacidade respiratória e a tensão arterial, deixando a pessoa “ligada”.

Apesar de parecer um benefício, esse aumento geral da capacidade é ilusório, já que acaba com o fim do efeito da droga, levando o usuário a extrapolar os reais limites do corpo, o que acaba sendo nocivo. Além disso, ao perceber que “perdeu” sua força, o usuário entra em depressão e busca novas doses da droga para voltar a ter um aumento da sua capacidade e autoconfiança.

Doses maiores da droga intensificam seus efeitos e deixam o usuário mais agressivo, irritado e com mania de perseguição (delírio persecutório). Se as doses forem ainda maiores, podem provocar delírios e paranóias, estado conhecido como psicose anfetamínica.

Fisicamente, as anfetaminas causam taquicardia, dilatação excessiva das pupilas e palidez, além de também causarem insônia e perda de apetite. O uso contínuo da droga pode levar à degeneração das células cerebrais, causando lesões irreversíveis ao cérebro.

Histórico

O primeiro tipo de anfetamina, a Benzedrina, foi sintetizada pela primeira vez no final do século passado na Europa. Seu uso medicinal foi gradativamente sendo ampliado e nas décadas de 30 e 40 já eram conhecidas 39 utilidades para as anfetaminas, que logo passaram a ser usadas sem intenções medicinais.

O seu uso não medicinal começou a se espalhar pelo mundo e hoje é uma das drogas que mais ganha usuários a cada ano. Nos EUA, as autoridades revelam que o número de óbitos relacionados com anfetaminas como o Rohypnol ou o GHB cresceu 63% entre 95 e 98. No Brasil, a ONU vem constantemente alertando sobre o crescimento do consumo de anfetaminas.

Curiosidade

Os delírios e alucinações causados pela droga podem levar o usuário ao suicídio por razões ilusórias, como uma suposta perseguição.

3) Ansiolítico

É um medicamento que tem o poder de controlar a ansiedade das pessoas. Normalmente de 15% a 20% das consultas ambulatórias são derivantes da ansiedade. Também é utilizado como relaxante muscular usado para reprimir crises convulsivas.

O Ansiolítico também é conhecido como sedativo e tranqüilizante, pois tem a capacidade de acalmar uma pessoa estressada, tensa e ansiosa, sem afetar em demasia as funções psíquicas e motoras.

Após o uso prolongado este medicamento provoca dependência. Por isso deve ser utilizado por pouco tempo. A retirada repentina causa sintomas de abstinência, como agitação, dor de cabeça, insônia. O ansiolítico só pode ser adquirido com prescrição médica.

4) Barbitúricos

Barbitúricos são sedativos e calmantes. São usados em remédios para dor de cabeça, para hipnose, para epilepsia, controle de úlceras pépticas, pressão sanguínea alta, para dormir. Nos primeiros anos de uso dos barbitúricos não se sabia que poderia causar dependência, mas já havia inúmeras pessoas dependentes. Hoje há normas e leis que dificultam uma pessoa a obter esse composto.

Os barbitúricos provocam dependência física e psicológica, diminuição em várias áreas do cérebro, depressão na respiração e no sistema nervoso central, depressão na medula, depressão do centro do hipotálamo, vertigem, redução da urina, espasmo da laringe, crise de soluço, sedação, alteração motora.

Os barbitúricos causam dependência, desenvolvimento de tolerância e síndrome de abstinência. A abstinência requer tratamento médico e hospitalização já que leva a pessoa a ter hipotensão arterial, transpiração excessiva, náuseas, vômitos, hiperatividade dos reflexos, ansiedade, apreensão, taquicardia, tremor corporal, abalos musculares. Se a abstinência tiver importância grave pode ocorrer convulsão, obnubilação, alucinações visuais, desorientação e delírios.

Podemos citar alguns tipos de medicamentos com barbitúricos. São eles: amytal, veronal, butisol, gardenal, luminal, evipal, mebaral, nembutal, seconal, surital e delvinal. Tais medicamentos têm ação dos barbitúricos variadas que variam de ação curta, intermediária e prolongada.

5) Boa Noite Cinderela

É o nome dado a um conjunto especifico de drogas: calmantes (benzodiazepínicos), lorazepam (lorax), flutnitrazepam (rohypnol) e bromazepam (lexotam).

Esse conjunto de drogas também é conhecido como “rape drugs” (drogas de estupro). Essas drogas têm em comum o efeito depressor sobre o sistema nervoso central, principalmente quando combinadas com bebidas alcoólicas, as quais têm efeito similar.

O nome Boa Noite Cinderela (BNC) é proveniente de golpes, onde, um rapaz ou moça de boa aparência e falante se aproxima – normalmente numa danceteria, bar ou mesmo num restaurante – e puxa conversa.

No final da noite, oferece chiclete, bala ou bebida. Sem que a vitima saiba que ali há drogas, depois de algum tempo, a pessoa cai num sono profundo. Podendo ficar neste estado por mais de um dia, facilitando assim roubo ou estupro.

6) Cafeína

A cafeína é o estimulante legal mais usado no mundo. A cafeína é mais comumente associada ao café e às bebidas à base de cola que contém cafeína e flavorizantes extraídos de fontes naturais (grãos de café e nozes de cola, respectivamente). O chá contém quantidade significativa de cafeína e teofilina, enquanto que o chocolate (cacau) contém quantidades relativamente baixas de cafeína e teobromina. Teofilina e teobromina são parentes químicos da cafeína. O café foi inicialmente usado para ajudar a manter as pessoas acordadas nas noites frias, durante longos eventos religiosos.

A cafeína não produz uma verdadeira euforia, mas causa dependência psicológica, aumenta a vivacidade, a performance mental e a motora, especialmente nos fadigados. Estes sintomas, junto com alguns dos efeitos de doses altas – por exemplo, agitação e até convulsões – acontecem principalmente pelo bloqueio dos receptores de adenosina. A adenosina é um hormônio local auto-regulável que modula (normalmente inibe) a função da maioria das células no corpo. A quantidade de cafeína em 2 ou 3 xícaras de café bloqueia 50% dos receptores de adenosina.

Entre os efeitos conhecidos da cafeína estão a estimulação do coração (aumento do ritmo e potência, e às vezes, ritmo acelerado) e a diurese (aumento do volume de urina). A dilatação das vias respiratórias é um efeito menos conhecido que ocorre com um grau ainda mais elevado de teofilina, usado no tratamento da asma. O consumo muito grande de cafeína pode causar o cafeinismo, um complexo de ansiedade, irritabilidade e depressão e um aumento do nível de vários hormônios no sangue associados as estresse.

As adaptações celulares ocorrem com o uso crônico, causando tolerância aos efeitos que a cafeína produz. Uma retirada suave pode provocar letargia, irritabilidade e dores de cabeça, em um indivíduo com ingestão prolongada de 600 miligramas (6 xícaras de café) ou mais por dia.

A adenosina comprovadamente acentua os efeitos cardiovasculares causados pela nicotina. Fumantes podem ser capazes de compensar isto com o alto consumo de café, porque a maior ingestão de cafeína bloqueia mais receptores de adenosina e limita estes efeitos.

7) Cigarro

Câncer

O fumo é responsável por 30% das mortes por câncer e 90% das mortes por câncer de pulmão. Os outros tipos de câncer relacionados com o uso do cigarro são: câncer de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero.

Doenças Coronarianas

25% das mortes causadas pelo uso do cigarro provocam doenças coronarianas tais como angina e infarto do miocárdio.

Doenças Cerebrovasculares

O fumo é responsável por 25% das mortes por doenças cerebrovasculares entre elas derrame cerebral.

Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas

Nas doenças pulmonares obstrutivas crônicas tais como bronquite e enfisema 85% das mortes são causadas pelo fumo.Outras doenças que também estão relacionadas ao uso do cigarro e ampliam a gravidade das conseqüências de seu uso são:
Aneurismas arteriais; úlceras do trato digestivo; infecções respiratórias…
Informação retirada da Isto É: A Organização Mundial da Saúde (OMS) deu mais um golpe duríssimo contra o cigarro. Os 192 países integrantes da entidade aprovaram um tratado mundial antitabaco cujo objetivo é reduzir o número de mortes relacionadas ao produto, estimado hoje em cerca de cinco milhões de vidas perdidas por ano no mundo. Pelo menos 30% do tamanho das embalagens deverá conter alerta sobre os malefícios do fumo e os governos se comprometeram a endurecer o combate ao contrabando de cigarro, entre outras ações. “Agimos para salvar milhões de vidas e para proteger a saúde das gerações futuras. A aprovação do tratado foi um momento histórico”, disse Gro Brundtland, diretora da OMS.

O porquê de não fumar:

Fumantes têm 50% a mais de chances de terem infarto que os não fumantes;
Fumantes têm 5 vezes mais chances de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar que os não fumantes;
Dependendo do grau de enfisema pulmonar, mesmo que o indivíduo suspenda o uso do cigarro se torna irreversível o processo (largar o quanto antes… os alvéolos uma vez danificados nunca se regeneram!);
Efeitos no Metabolismo:
O custo metabólico da respiração pode ser reduzido significativamente como resultado da abstinência. Observou-se uma redução de CO2 em apenas um dia de abstinência. Durante um exercício a 80% da Capacidade Aeróbica Máxima (VO2 máx), o custo da ventilação pulmonar representa 14% do consumo de O² em fumantes e de apenas 9% em não fumantes.
Atletas envolvidos em eventos que requerem resistência nunca fumam. Isto pode ser explicado pelo fato da fumaça do cigarro causar redução na função pulmonar e aumentar a quantidade de carboxiemoglobina, dificultando o transporte de O² do sangue.
Pesquisas apontaram uma melhora no desempenho de nadadores, velocistas, ciclistas em geral, apenas pela abstinência ao fumo. E eles reportaram terem se sentido melhor exercitando-se em uma condição de não fumante.

Dicas para PARAR de fumar:

  • Preparar-se para fugir das armadilhas (colegas oferecendo, companhias que fumam, etc…);
  • Fumantes têm 10 vezes a mais de chances de ter câncer de pulmão;
  • Beber muita água;
  • Mastigar chicletes e balas ou chicletes de nicotina como substituição ao cigarro;
  • Exercícios aeróbicos e relaxamento;
  • Evitar bebidas alcoólicas e café;
  • Escovar os dentes imediatamente após as refeições (quem fuma não tem paladar e quem fuma costuma substituí-lo após as refeições pelo cigarro);
  • Ficar atento a situações de estresse para não ter uma recaída;
  • Conscientizar-se dos males do cigarro e pensar negativamente nele, realmente enojar-se;
  • Pratique sempre um novo esporte (para ficar estimulado);

Métodos para PARAR de fumar:

  • Contrato de amigos (um ajuda o outro a parar);
  • Associação do cigarro com a aversão;
  • Diminuição controlada com Cardiologista;
  • Hipnose;
  • Acumputura;
  • Apoio social (grupos específicos);
  • Auto Ajuda;
  • Auto monitorização (lista de atividades e momentos que mais fuma);
  • Acompanhamento psicológico;

Efeitos

Nos olhos, o fumo produz a ambliopia tabágica, que representa a debilitação do sentido da visão e distorção do ponto de foco visual.
Quanto ao olfato, o fumo irrita a mucosa nasal e distorce a função olfativa.
Na boca ocorrem os cânceres dos lábios, língua, além de enfermidades nas gengivas, incluindo até perda de dentes.
Na laringe, o fumo dilata as cordas vocais, e produz rouquidão, não sendo raro o câncer nesse local derivado do uso do cigarro.
Nos pulmões, a sucessão de enfermidades produzidas pelo hábito de fumar é notória: enfisema, bronquite, asma e o mortal câncer pulmonar.
No aparelho circulatório ocorrem o aumento da pressão arterial, obstrução de vasos sangüíneos, aumento de colesterol, todos fatores conducentes a ataques cardíacos.
Nos órgãos digestivos o fumo produzi a úlcera péptica dado o aumento da acidez, além de distúrbios vários no duodeno, e câncer do estômago.
No útero, ocorre aceleração das batidas do feto. Os bebês nascem com menos peso e ocorre probabilidade maior de nascimentos prematuros.
Nos órgãos urinários pode ocorrer o adenocarcinoma, uma forma de câncer.
A qualidade do leite materno é afetada para a mãe fumante, pois substâncias tóxicas são transmitidas à criança, o que lhe causa irritabilidade e transtornos digestivos. Também o hábito de fumar tende a diminuir a quantidade de leite.

Componentes do cigarro:

Na fumaça do cigarro já se isolaram 4.720 substâncias tóxicas, as quais atuam sobre os mais diversos sistemas e órgãos; Contém mais de 60 cancerígenos, sendo as principais:

Nicotina – é a causadora do vício e cancerígena;
Benzopireno – substância que facilita a combustão existente no papel que envolve o fumo;
Nitrosaminas;
Substâncias Radioativas – polônio 210 e carbono 14;
Agrotóxicos – DDT;
Solventes – benzeno;

Metais Pesados – chumbo e o cádmio (um cigarro contém de 1 a 2 mg, concentrando-se no fígado, rins e pulmões, tendo meia-vida de 10 a 30 anos, o que leva a perda de capacidade ventilatória dos pulmões, além de causar dispnéia, enfisema, fibrose pulmonar, hipertensão, câncer nos pulmões, próstata, rins e estômago);
Níquel e Arsênico – armazenam-se no fígado e rins, coração, pulmões, ossos e dentes resultando em gangrena dos pés, causando danos ao miocárdio etc..;
Cianeto Hidrogenado;
Amônia – utilizado em limpadores de banheiro;
Formol – componente de fluído conservante;
Monóxido de Carbono – o mesmo gás que sai dos escapamentos de automóveis, e como tem mais afinidade com a hemoglobina do sangue do que o próprio oxigênio, toma o lugar do oxigênio, deixando o corpo do fumante, ativo ou passivo, totalmente intoxicado.

Causas

Por sua ação vasoconstritora, a nicotina diminui o calibre da artéria do cordão umbilical e a irrigação sanguínea da placenta. Como conseqüência, o bebê recebe menos nutrientes, a oxigenação fica comprometida e a criança pode nascer com peso menor. Nos EUA, um de cada seis nascimentos de crianças com baixo peso é devido ao fumo.
Os filhos de mães fumantes correm 64,8% mais riscos de morrer após o nascimento do que os bebês daquelas que não fumaram durante a gravidez.
Os riscos de ocorrência de defeitos congênitos são de 1,7 a 2,3% mais altos entre os bebês de mães fumantes.
As mulheres que fumam 20 cigarros por dia têm 61% mais chances de sofrerem um aborto do que as não fumantes.

8) Cogumelos

Os cogumelos são usados há milhares de anos como alucinógenos. O grau de alucinação e de efeito dos cogumelos depende do organismo de cada pessoa. Não causa dependência e nem síndrome de abstinência. Existem vários tipos de cogumelos usados entre eles:
Amanita Muscaria_ Possui dois tipos de alucinógenos sendo muscimol e ácido ibotêmico. Esses alucinógenos estimulam os neurotransmissores GABA no sistema nervoso central. Seus primeiros efeitos são desorientação, sono, falta de coordenação. Posteriormente ocorre euforia intensa, falta de noção de tempo, alucinações visuais e alterações de humor como a fúria, por exemplo. Se usado em grande quantidade pode causar intoxicação e em alguns casos pode ser letal.
Psilocybe Cubensis_ Estimula os receptores de acetilcolina situados no cérebro e no sistema nervoso. Seu uso provoca salivação, perda de controle da urina e das fezes, lacrimejamento, cólicas, náuseas, vômitos, queda do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Seus alucinógenos são semelhantes ao LSD e provoca euforia, sonolência, visão obscura, pupila dilatada entre outros e seu efeito dura em torno de três horas.

9) Cola de sapateiro e lança-perfume

Possuem substâncias classificadas entre as drogas inalantes. O toluene é o ingrediente ativo na cola. Tem efeito similar ao do álcool: euforia, perda da coordenação motora e, no extremo, vômitos e coma.

Descoberto no século XIII e usado como anestésico, o éter, principal ingrediente do lança-perfume, passa a ter uso recreativo por volta de 1700, na Inglaterra. A substância deprime o sistema nervoso e pode provocar gastrite e enfarte.

10) Cocaína

A cocaína é uma droga psicoativa que estimula e vicia, promovendo alterando cerebrais muito importantes. É extraída da folha da coca e se consumida por muito tempo ocasiona muitos problemas de saúde, como por exemplo: a aceleração do envelhecimento e danos cerebrais.

A cocaína é originária da planta Erythroxylon coca, nativa da Bolívia e do Peru. Pode ser utilizada pelas vias intranasal, intravenosa e pulmonar, podendo em casos mais raros ser usada via oral.

Devido os efeitos de euforia e prazer que a cocaína proporciona, as pessoas são seduzidas a utilizá-la para vivenciar sensações de poder, entretanto esses efeitos duram pouco tempo, onde a pessoa entra em contato com a realidade e experimenta depressão e ansiedade por utilizá-la novamente.

Aceleração ou diminuição do ritmo cardíaco, dilatação da pupila, elevação ou diminuição da pressão sanguínea, calafrios, náuseas e vômitos, perda de peso e apetite são alguns dos efeitos biológicos da cocaína.

11) Crack

Princípio ativo

O crack é uma mistura de cocaína em forma de pasta não refinada com bicarbonato de sódio. Esta droga se apresenta na forma de pequenas pedras e pode ser até cinco vezes mais potente do que a cocaína. O efeito do crack dura, em média, dez minutos.

Sua principal forma de consumo é a inalação da fumaça produzida pela queima da pedra. É necessário o auxílio de algum objeto como um cachimbo para consumir a droga, muitos desses feitos artesanalmente com o auxílio de latas, pequenas garrafas plásticas e canudos ou canetas. Os pulmões conseguem absorver quase 100% do crack inalado.

Efeitos

Os primeiros efeitos do crack são uma euforia plena que desaparece repentinamente depois de um curto espaço de tempo, sendo seguida por uma grande e profunda depressão. Por causa da rapidez do efeito, o usuário consome novas doses para voltar a sentir uma nova euforia e sair do estado depressivo.

O crack também provoca hiperatividade, insônia, perda da sensação de cansaço, perda de apetite e conseqüente perda de peso e desnutrição. Com o tempo e uso constante da droga, aparecem um cansaço intenso, uma forte depressão e desinteresse sexual.

Os usuários de crack apresentam um comportamento violento, são facilmente irritáveis. Tremores, paranóia e desconfiança também são causados pela droga. Normalmente, os usuários têm os lábios, a língua e a garganta queimados por causa da forma de consumo da substância. Apresentam também problemas no sistema respiratório como congestão nasal, tosse, expectoração de muco preto e sérios danos nos pulmões.

O uso mais contínuo da droga pode causar ataque cardíaco e derrame cerebral graças a um considerável aumento da pressão arterial. Contrações no peito seguidas de convulsões e coma também são causadas pelo consumo excessivo da droga.

Histórico

Ao contrário da maioria das drogas, o crack não tem sua origem ligada a fins medicinais: ele já nasceu como uma droga para alterar o estado mental do usuário.

O crack surgiu da cocaína, feito por traficantes no submundo das favelas e guetos das grandes cidades sendo, portanto, difícil precisar quando e onde realmente ele apareceu pela primeira vez. O nome “crack” vem do barulho que ele faz quando está sendo queimado para ser consumido.

Curiosidade

Existe uma variação do crack que tem um poder alucinógeno ainda maior, trata-se de uma droga chamada Merla. A Merla apareceu pela primeira vez nas favelas do Grande ABC em São Paulo e é feita com sobras do refino da cocaína misturada com querosene e gasolina.

O que é Dopping?

Também chamado de “dopagem” é a administração ilícita de uma droga estimulante ou estupefaciente com vistas a suprimir temporariamente a fadiga, aumentar ou diminuir a velocidade, melhorar ou piorar a atuação de um animal ou esportista.
A comissão médica do comitê olímpico internacional instituiu durante os jogos olímpicos do México (1968) a aplicação de testes anti-dopagem sistemáticos, decidindo que seriam excluídos dos jogos os atletas comprovadamente dopados.

Nos últimos anos, com os atletas sendo patrocinados pôr grandes empresas, alguns mestres das diversas modalidades, visando interesses empresariais na divulgação de sua arte marcial, e também com o advento das competições de “free style”, ocorreu uma profissionalização equivocada dos profissionais envolvidos com as artes marciais, bem como seus atletas. Difícil dizer-se da ignorância ou má fé dessas pessoas. O fato é que, cada vez mais, os atletas de diversas modalidades têm se valido de meios ilícitos para auferir vantagens nas diversas competições, e assim atendendo interesses de forma escusa.

Cabe ressaltar que essas substâncias são consideradas dopantes, de forma qualitativa e não quantitativa, ou seja, não se considera a quantidade, mas sim o que aparece, mesmo porque os métodos laboratoriais de detecção não chegam a um resultado 100% conclusivo para se determinar a razão do uso do medicamento-tratamento ou dopagem.
Agruparemos as substâncias dopantes em 5 grupos principais:

–   ESTIMULANTES PSICOMOTORES: a anfetamina, a cocaína, os moderadores de apetite.
–   AMINAS SIMPATICOMIMÉTICOS: estimulam o sistema nervoso central, como vasoconstritores nasais que

tem efedrina.
– OUTROS ESTIMULANTES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: a cafeína, a aminoflina.
– ANALGÉSICOS-NARCOTICOS: a codeína, a morfina, a heroína, etc.
– ESTERÓIDES ANABÓLICOS: os hormônios masculinos, que veremos adiante.

Com exceção dos esteróides, os efeitos dos outros grupos assemelham-se.
As anfetaminas (que são bolinhas) são estimulantes do SNC. Infelizmente, ainda são muito usadas e provocam a elevação da pressão arterial, de freqüência cardíaca, do atleta, diminuem, diminuem o medo e aceleram o metabolismo das células. Doses pequenas já produzem esses efeitos depois de 30 minutos. Efeitos colaterais não faltam: tonturas, dores de cabeça, insônia, mal estar, cansaço fácil e, principalmente a dependência da droga, que quase sempre evolui para drogas mais potentes e mais perigosas. Muitas vezes os efeitos são mais psicológicos do que fisiológicos.

O uso de estreardes anabólicos-adrogenicos pêlos atletas em todo o mundo vem se tornando cada vez mais freqüentes, apesar de todas as recomendações médicas em contrário e do vigor das leis de controle de dopagem.
Essas substâncias são derivadas da testosterona, um hormônio sexual masculino que é fabricado pêlos testículos. No homem, é produzido durante a vida inteira, mas principalmente por volta dos 11 e 13 anos, tendo como funções principais: a decida dos testículos para dentro dos escrotos, o crescimento dos testículos e do pênis, a distribuição dos pêlos, participação no crescimento ósseo, desenvolvimento da musculatura após a puberdade. Daí a definição de esteróides anabólicos (crescimento e desenvolvimento) e androgênicos (caracteres sexuais masculinos).

Entretanto, os atletas no desespero de melhora rápida da massa e da força, e na incessante luta por melhorar seus recordes, acabam por usar doses elevadas, algumas, algumas vezes com exagero sem sentido. Em certos casos, as doses são tão altas que os músculos acabam ficando refratários a qualquer hipertrofia.
As modalidades que mais tem utilizado desse método são o halterofilismo, lutas, remo, atletismo e ciclismo.
No homem, os efeitos secundários são:
Aumento das lesões traumatológicas dos tendões e dos ligamentos, porque o desenvolvimento dos músculos não é acompanhado do desenvolvimento dessas estruturas.
Diminuição da estatura
Lesões do fígado, como hepatite e câncer.
Redução do tamanho dos testículos, redução na produção dos espermatozóides e lesões graves da próstata.

Na mulher, o uso é muito perigoso, principalmente antes e durante a puberdade. Produz parada de crescimento, aspecto masculino, engrossamento da voz, aumento da distribuição dos pêlos e aumento do clitóris.
A reversibilidade de qualquer desses efeitos negativos depende da quantidade usada, do tempo de uso, de características metabólicas individuais e da extensão das lesões.

12)  Drogas Lícitas

São drogas que podem ser consumidas livremente sem expor o usuário ao risco com a policia e com a lei.
Uma droga não deve ser avaliada pelo critério de legalidade ou ilegalidade, pois isso não tem nada haver para com os prejuízos que trazem à saúde, de forma que o cigarro e as bebidas alcoólicas são drogas que geram sérios danos diretos à saúde de seus usuários e indiretos a seus familiares e nem por isso são ilícitas.

Em todo o mundo o consumo de drogas licitas é maior do que o de drogas ilícitas. Exemplos de drogas lícitas: Álcool, cigarro, xaropes, remédios.

13) Ecstasy

Princípio ativo

O princípio ativo do ecstasy é o mesmo do LSD, a Metilenodioxidometaanfetamina (MDMA). Sua forma de consumo é por via oral, através da ingestão de um comprimido. Os usuários normalmente consomem o ecstasy com bebidas alcoólicas, o que intensifica ainda mais o efeito e agrava os riscos.

Efeitos

Os principais efeitos do ecstasy são uma euforia e um bem-estar intensos, que chegam a durar 10 horas. A droga age no cérebro aumentando a concentração de duas substâncias: a dopamina, que alivia as dores, e a serotonina, que está ligada a sensações amorosas. Por isso, a pessoa sob efeito de ecstasy fica muito sociável, com uma vontade incontrolável de conversar e até de ter contato físico com as pessoas. O ecstasy provoca também alucinações.

Os malefícios causados pela droga ao corpo do usuário são ressecamento da boca, perda de apetite, náuseas, coceiras, reações musculares como cãimbras, contrações oculares, espasmo do maxilar, fadiga, depressão, dor de cabeça, visão turva, manchas roxas na pele, movimentos descontrolados de vários membros do corpo como os braços e as pernas, crises bulímicas e insônia.

A principal causa de óbitos dos consumidores da droga é o aumento da temperatura corpórea que ele provoca no usuário. A droga causa um descontrole da pressão sangüínea, que pode provocar febres de até 42 graus. A febre leva a uma intensa desidratação que pode causar a morte do usuário do ecstasy. Associado a bebidas alcoólicas, o ecstasy pode provocar um choque cardiorrespiratório.

Histórico

O ecstasy é uma droga relativamente nova e, diferentemente de drogas como a cocaína e a maconha, só foi sintetizada pela primeira vez já neste século. A primeira notícia que se tem da droga é de 1912, quando foi sintetizada pela primeira vez por um laboratório alemão. Sua primeira utilidade foi medicinal, em sessões de psicoterapia, e como um inibidor de apetite.

Curiosidade

O ecstasy é conhecido com a “Pílula do Amor”, já que aumenta a concentração de um neurotransmissor (substância responsável pela comunicação entre os neurônios) chamado serotonina. A serotonina está intimamente ligada às sensações amorosas.

14) Heroína

Princípio ativo e reações

A heroína é derivada do ópio. Seu consumo pode causar dependência física, envelhecimento acelerado e danos cerebrais, favorecendo dependência química e psíquica, além de ser muito nociva ao corpo, o que faz dela a droga mais prejudicial que se conhece.

Depois do contato com a droga, a pessoa fica fora da realidade, apresentando estado de sonolência, as pupilas ficam contraídas, e logo após apresenta estado de depressão profunda.

A heroína pode ser injetada, inalada ou fumada.

Efeitos da droga

Os efeitos físicos são surdez, cegueira, delírios, inflamação das válvulas cardíacas, coma e às vezes morte. Devido o excesso de noradrenalina produzida pela droga, os batimentos cardíacos e a respiração aceleram, a temperatura do corpo fica desregulada ocasionando calafrios. Podem ser observadas também vômitos, diarréias e dores abdominais.

A heroína diminui sensações de dor e ansiedade, é utilizada com o intuito de diminuir o desânimo e aumentar a auto-estima, seus efeitos podem durar entre quatro e seis horas e se misturada com álcool ou outras drogas depressoras aumenta o risco de overdose.

15) Inalantes

Os inalantes é a famosa cola de sapateiro, dos meninos de rua. Produz sensação de euforia e excitação, pertubaçãoes auditivas, visuais e até alucinações. A aspiração repetida do solvente pode resultar na destruição de neurônios, provocando perda de reflexos, dificuldade de concentração e déficit de memória.

A maioria dos inalantes deprime o sistema nervoso central (SNC) com efeitos agudos muito semelhantes aos do álcool. Na verdade, muitos usuários de inalantes usam simultaneamente outras drogas, especialmente o álcool. Os efeitos sedativos combinados aos do álcool podem causar morte súbita.

Os sintomas agudos do abuso de inalantes começam com a desibinoção, que pode surgir com a excitação, seguida de falta de coordenação, vertigem, desorientação e, então, fraqueza muscular, às vezes alucinações e certamente coma e morte. A morte pode ocorrer cedo e rápido com o abuso de alguns inalantes que causam distúrbios no ritmo cardíaco. Isto é chamado de síndrome da morte súbita por inalação (SSD). Os efeitos no coração são mais prováveis se os níveis de adrenalina forem aumentados através de corrida, excitação ou medo, por exemplo.

Os fluocarbonos disponíveis hoje em dia, principalmente em extintores de incêndio e certos gases anestésicos, são os principais agentes causadores da SSD. Pode ocorrer morte por asfixia se o inalante for aspirado de um recipiente fechado. O vapor dos inalantes toma o lugar do oxigênio no recipiente e nos pulmões.

A falta de oxigênio não é detectada pelo cérebro durante a intoxicação devido aos crescentes efeitos sedativos do inalante. No caso de sobrevivência do usuário, podem ocorrer danos cerebrais permanentes.
Nitritos, como o amil nitrito são exceções entre os inalantes porque eles não deprimem o sistema nervoso central.

Eles relaxam os vasos sanguíneos e baixam a pressão sanguínea, causando leves torturas e vertigens, que podem ser sentidas como um “barato” por alguns, mas a principal razão para o uso dos nitritos é a sua pretensa capacidade de aumentar o prazer sexual.

Os inalantes podem reduzir o fluxo de oxigênio para o cérebro, o que pode matar células do cérebro.
Uma vez que um inalante chega nos pulmões, ele entra na corrente sanguínea. As substãncias químicas no sangue atingem o cérebro em segundos.
O uso excessivo de alguns inalantes pode causar danos à medula óssea. Isto pode causar uma produção insuficiente de glóbulos vermelhos. A fadiga constante é sintoma deste estado.
O cantato crônico com alguns inalantes pode danificar os rins e o fígado e reduzir suas funções. Se isto acontecer, o corpo fica menos apto para se livrar das toxinas ou produtos do metabolismo (talvez até do próprio inalante).

16) Lança Perfume

Lança-perfume é um solvente que combina éter, clorofórmio, cloreto de etila e uma essência perfumada. É encontrado na forma líquida embalado em tubos sob pressão e dessa forma, podendo ser inalado.

Foi proibido no Brasil na década de 60 quando passou de brincadeira de carnaval à inalante. Antigamente usavam o lança-perfume no carnaval para borrifar nos foliões trazendo uma sensação fria, agradável e perfumada,mas quando foram registradas várias mortes por parada cardíaca ocorrida pela inalação do produto, foi proibido.

O efeito da droga é bem rápido variando de segundos a minutos no máximo e isso leva o usuário a inalar várias vezes consecutivas. Causa euforia, animação, excitação, tontura, perturbações auditivas e visuais, depressão do cérebro, confusão, desorientação, voz pastosa, visão embaraçada, perda de autocontrole, dor de cabeça, palidez, incoordenação ocular e motora, processos alucinatórios, surtos, convulsões, parada cardíaca e respiratória e óbito.
Mesmo seu uso mínimo é perigoso, pois sensibiliza o coração à adrenalina que faz os batimentos cardíacos aumentarem consideravelmente podendo provocar síncope cardíaca.

17) LSD

O LSD, a dietilamida do ácido lisérgico, produz grandes alterações no cérebro, pois atuam no sistema nervoso, provocando fenômenos psíquicos, como alucinações, delírios e ilusões. É uma substância sintética, produzida em laboratório que adquiriu popularidade na década de 60, os médicos a indicavam, pois não era prejudicial à saúde.

Pode ser consumida por via oral, injetada ou inalada e se apresenta em forma de barras, cápsulas, tiras de gelatina e líquida, seus efeitos duram de oito a doze horas.

Os efeitos físicos dessa droga são: dilatação das pupilas, sudorese, aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial, aumento da temperatura, náuseas, vômitos. Os sintomas psíquicos são alucinações auditivas e visuais, sensibilidade sensorial, confusão, pensamento desordenado, perda do controle emocional, euforia alternada com angústia, dificuldade de concentração.

É importante destacar que os efeitos do LSD dependem do ambiente, da qualidade da droga e da personalidade da pessoa.

O LSD é mais usado por adolescentes e jovens, com o intuito de ter visões e sensações novas e coloridas, pois as formas, cheiros, cores e situações se modificam e a pessoa cria ilusões e delírios, como por exemplo, paredes que escorregam, mania de grandeza e perseguição. Pode ocorrer também “flashback”, um fenômeno onde são sentidos os efeitos da droga após um período de semanas ou meses sem usá-la.

O LSD é conhecido também com outros nomes como doce, ácido, gota, papel, microponto.

18) Maconha

Em 1735, o botânico Carl Lineu nomeou a Maconha como Cannabis sativa. A mesma foi chamada de Cannabis indica, pelo biólogo francês, Jean Baptiste Lamarck.
Assim como outras plantas a maconha possui dois gêneros; macho e fêmea. Pode ocorrer de um mesmo pé ter ambas as estruturas sexuais. É a flor do macho que produz o pólen que fecunda a fêmea, quando a flor da fêmea é fecundada ela se enche de sementes e depois morre.

Quando não ocorre fecundação da fêmea, ela excreta uma grande quantidade de uma resina pegajosa composta de algumas dezenas de substâncias diferentes. Dentre as várias substâncias, existe a THC (delta-9-tetra-hidrocanabinol), que serve de filtro solar para a planta, devido a ela ser de lugares onde persiste o clima desértico. Apesar do THC está presente na planta toda, é na flor da fêmea onde se encontra a maior concentração da substância. A real droga da maconha é essa flor.

O THC também tem uma propriedade bem curiosa, ele gruda em algumas moléculas das paredes dos neurônios de animais, até mesmo do homem. Tais moléculas são conhecidas como receptores de canabinóides, quando ocorre a ligação o receptor opera sutis mudanças químicas dentro da célula, não se sabe dizer ao certo quais são as mudanças.
Em 1992, o pesquisador israelense Ralph Mechoulam descobriu o motivo pelo qual temos tal receptor. O receptor serve para se ligar a outra molécula, a mesma fabricada pelo próprio cérebro, muito semelhante ao THC. A molécula foi batizada por Rauph de anandamida (ananda, em sânscrito, é “felicidade”). Enfim o cérebro produz uma substância com efeitos parecidos com os do THC, em doses bem menores.
Não se sabe qual a finalidade da anandamida no cérebro, mas está relacionada ao controle da dor. Pelo fato de haver receptores de canabinóides em células fora do cérebro, leva a pensar que a anandamida desempenha um papel mais abrangente do que parece.

Além das formas de uso mais conhecida, há uma especial a do cânhamo que é utilizado na produção de tecidos. Supostamente foi pelo fato de Cristóvão Colombo usar tecidos derivantes do cânhamo em suas velas e cordas, assim juntamente com as embarcações, sementes da maconha também vieram. A idéia era de plantar as sementes, pois se tivesse que ser feita alguma reparação nas velas e cordas, eles teriam o material.
Enquanto a maconha era utilizada por pessoas mais pobres, ela não causava tanto medo, repudia e preconceito. Porém quando as pessoas de classe média começaram a fazer o uso da droga, surgiu um motivo de preocupação.
Há indícios de que há muitos anos a maconha se faz presente em quase todo o mundo, sua disseminação se deu através de viajantes, quando viajavam levavam sementes da maconha, desse modo se fazia presente em quase todos o continentes.

Por muitos anos a maconha foi considerada legal, sua ilegalidade em vários países incluindo o Brasil se deu por volta do século XX. Mas ainda existem países onde a maconha é legal, em outros ela é comercializada unicamente como remédio (auxiliando pacientes no tratamento de doenças controlando a dor).
No Brasil, a maconha se faz tão presente devido a existir muitas áreas sem qualquer tipo de vigilância. Com isso fica mais fácil o escoamento da droga.
Durante um bom tempo a maconha era comercializada com o preço insignificante. Vários países tentaram mais nenhum conseguiu erradicar a maconha de seu território.

A maconha é conhecida em muitos países como “marijuana”. Há boatos de que as tropas revolucionarias de Pancho Villa, chacoalharam as estruturas do poder em 1910, eram adeptos de um baseado no intervalo das batalhas; assim surgiu os conhecidos versos (La cucaracha/ la cucaracha/ ya no puede caminar/ Porque no tiene/ Porque le falta/ marijuana que fumar, atribuídos a Villa).
O efeito causado pela maconha em pessoas que a fumam é variado. Para evitar problemas relacionados à saúde física e mental, é recomendável que a pessoa não faça o uso de drogas (no caso em questão a cannabis), pois o uso dela faz agravar os problemas relacionados à saúde.

Principais efeitos

Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis e estão intimamente ligados à dose utilizada, à concentração de THC na erva consumida e à reação do organismo do consumidor com a presença da droga.

Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 – 80 por minuto para 120 – 140 batidas por minuto).

Com o uso contínuo, alguns órgãos como o pulmão passam a ser afetados mais seriamente pela maconha. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão, presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.

O consumo de maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino que é responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.

Os efeitos psíquicos são os mais variados, sendo que a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são um bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.

Em um longo prazo, o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano.

19) Merla

A merla é derivada da cocaína. É uma junção das folhas da coca com alguns produtos químicos como ácido sulfúrico, querosene, cal virgem entre outros que ao ser misturado se transforma numa pasta onde se concentra em torno de 40 a 70% de cocaína. É ingerida pura ou misturada num cigarro normal ou num cigarro de maconha.
É uma droga super perigosa causando dependência física e psíquica ao paciente, além de danos ao organismo irreparáveis.

É absorvida pela mucosa pulmonar rapidamente e assim como a cocaína é excitante ao sistema nervoso. Causa euforia, diminuição de fadiga, aumento de energia, diminuição do sono, do apetite e consequentemente causa perda de peso bastante expressiva e psicose tóxica como alucinações, delírios e confusões mentais.

Durante o uso da merla, o usuário pode ter convulsões e perda de consciência. As convulsões podem levar o usuário a ter uma parada respiratória, coma, parada cardíaca e a morte. Ao passar o efeito da merla, o usuário sente medo, depressão e paranóia de perseguição que em alguns casos leva o usuário ao suicídio.
O usuário da merla normalmente apresenta a ponta dos dedos amarelada, olhos avermelhados, lacrimejados e irritados, respiração difícil, tremores nas mãos, irritação e inquietação. Ao longo do tempo o usuário perde seus dentes pois na merla existe um composto misturado chamado ácido de bateria que começa a furar os dentes até que a perda total aconteça.

20) Morfina

A morfina é a primeira droga derivada do ópio produzida em laboratório. Foi produzida em 1803 e é usada no tratamento da dor. Também derivada da morfina, que por sua vez é usada com maior freqüência. A morfina é uma droga perigosa pois causa euforia, bem estar e dependência rápida. A dependência da morfina é tanto física quanto psicológica sendo que o usuário precisa de doses cada vez maiores. A dependência se caracteriza por tremores, ereção dos pêlos, suores, lacrimejamento, rinorreia, respiração rápida, temperatura elevada, ansiedade, anorexia, dores musculares, hostilidade, vômitos e diarréia.

A morfina causa sofrimento considerável para o dependente, pois seus sinais só desaparecem após uma dose de opióide. As conseqüências deixadas pela morfina são várias: deprimem as regiões do cérebro que controlam a respiração, os batimentos cardíacos e a pressão arterial do sangue. As pupilas ficam contraídas, o estômago e o intestino paralisam e apresenta forte prisão de ventre. A morfina também leva o usuário ao coma apresentado por perda de consciência, perda de oxigenação no sangue e a queda de pressão arterial que se não for socorrido rapidamente pode levar a morte.

21) Ópio

Mais conhecida como “papoula” é um suco resinoso, coagulado, o látex leitoso da planta dormideira, extraído por incisão feita na cápsula da planta, depois da floração.

O Ópio tem um cheiro típico, que é desagradável. Manifesta-se, especialmente, com o calor. Seu sabor é amargo e um pouco acre, sendo castanha a sua cor. Os principais alcalóides do ópio são: a morfina (10%), a codeína, a tebaína, a papaverina, a narcotina e a narceína.

Sua ação apresenta-se em duas formas:
1 – alcalóide de ação deprimente: morfina, codeína, papaverina. narcotina e narceína.
– influência no córtex cerebral – morfina;
– influência no sistema respiratório – codeína;
– antiespasmódicos e paralisantes das fibras musculares dos órgãos de musculatura involuntária     (estômago, por           exemplo) – papaverina, narcotina e narceína.

2 – alcalóides de ação excitantes – laudanosina e tebaína.
O número de viciados, no Brasil, é pequeno.
Para se fumar o ópio, utiliza-se um cachimbo especial, com uma haste de bambu e um fornilho de barro, e os seus adeptos seguem um verdadeiro ritual. Pode ser utilizado ainda, como comprimido, supositórios, etc.
Causa, a longo prazo, irritabilidade crescente e lenta deterioração intelectual, com declínio marcante dos hábitos sociais.

Quanto aos aspectos físicos, os viciados ficam magros e com cor amarela, diminuindo, ainda, sua resistência às infecções.

A crise de abstinência pode começar dentro de aproximadamente, doze horas, apresentando-se de várias formas, indo desde bocejos até diarréias, passando por rinorréia, lacrimação, suores, falta de apetite, pele com arrepios, tremores, cãimbras abdominais e insônia ou, ainda, inquietação e vômitos.

Os opiáceos determinam violenta dependência física e psíquica, podendo-se dizer que a escravidão do viciado é total, deixando-o totalmente inutilizado para si, para a família e para a sociedade, pois a droga passa a agir quimicamente em seu corpo, de forma que a retirada brusca da droga pode ocasionar até a morte.

22) Overdose

Também conhecida como super dose ou dose excessiva. É um termo de língua inglesa empregado cientificamente para designar a exposição do organismo a altas doses de uma substância química, seja ela uma droga de abuso, um medicamento ou outra substância química qualquer.

Normalmente, esse termo é utilizado para nomear a exposição intensa a doses excessivas de uma droga de abuso, acontecendo ou não a intoxicação, ou seja, havendo ou não sinais e sintomas clínicos que debilitam o organismo, resultando a falência de órgãos vitais como coração e pulmões.

23) Oxi

O Oxi é uma droga produzida à base de cocaína, combustível (querosene/gasolina) e cal virgem. É uma versão ainda mais corrosiva do que o crack.  O Oxi é considerado por especialistas em dependência química como uma “versão pirata do crack”.  Segundo informações veiculadas recentemente, até agora 1% da clientela atendida pelo Centro de Referencia de Álcool, Tabaco e outras drogas, revelou ter consumido a nova droga ao mesmo tempo em que usava o Crack, uma pedra feita com a mistura de pasta base de cocaína refinada com água e bicarbonato de sódio. O Oxi ainda está em seu estágio inicial e ainda dá para ser combatida pelas autoridades competentes, antes que cresça e avance como as demais drogas.

24) Rebite ou Bolinha

É uma droga derivada de anfetaminas que estimula o sistema nervoso central fazendo com que ele tenha um ritmo mais acelerado de trabalho. Seu nome varia de acordo com seus usuários.

São usadas por motoristas que pela necessidade de dirigir bastante entre dias e noites sem descanso tomam a droga, por estudantes que passam dias e noites estudando e por pessoas que querem emagrecer por conta própria.

Normalmente são ingeridos com bebidas alcoólicas para potencializar seu efeito. Conhecida pelos motoristas como rebite e pelos estudantes e outros como bolinha, a droga é sintética, ou seja, é produzida em laboratório onde algumas podem até se comercializadas como remédios.

O rebite afeta várias áreas comportamentais do organismo. A pessoa apresenta um quadro de insônia, perda de apetite, fala rápida, sente-se revigorado fazendo com que o organismo trabalhe de forma excessiva e acida de suas condições reais.

Após passado o efeito, muitos tomam outra dose para continuar seus afazeres, porém a droga passa a ter sua eficiência reduzida pelo fato de que o organismo já está cansado, fraco e sem condições de manter o pic desejado.

Entre os efeitos já citados, podemos ainda mostrar o que ela inda pode fazer no organismo. A droga produz a dilatação dos olhos causando maior ofuscamento, taquicardia, aumento da pressão sanguínea, agressividade, irritação, delírio percecutório, alucinações, paranóia, palidez e degeneração das células cerebrais.

O uso contínuo dessa droga leva o organismo a acostumar-se com tal substância fazendo com que o usuário tome doses cada vez maiores. Tal fato atenta par o vício e para a síndrome da abstinência. Algumas pessoas quando não consomem a droga ficam depressivas ou irritadas, entretanto, não é uma regra geral.

25) Skank

Skank é considerada como a supermaconha. É uma maconha cultivada em laboratório com efeito mais concentrado. Estudos apontam que no skank há um índice de THC (Tetra-hidro-canabinol) que chega até 17,5% sendo que a maconha tem 2,5%. A droga é muito cara e vem da Europa, ainda não é cultivada no Brasil. É fumada e ingerida pelo fígado até que o THC seja absorvido pelo cérebro e pelo aparelho reprodutor.

O skank produz fala demasiada, palidez, excitação, risos depressão ou sonolência, aumento de apetite por doces, olhos vermelhos, pupilas dilatadas, alucinações e distúrbios na percepção de tempo e espaço.

As alterações da cerotonina e da dopamina no organismo provoca a diminuição de concentração e alteração nos neurônios.

Provocam também lapsos de memória e da coordenação motora. O skank custa em média R, o grama e é considerada como droga de rico.

O consumo do skank com a classe alta da sociedade atrapalha até a ação da Polícia Federal já que a alta sociedade brasileira tem influências políticas e sociais grandes.

26) Esclarecimentos sobre Drogas

Droga é qualquer ingrediente ou substância seja ela química, natural ou sintética que provoca alterações físicas e psíquicas numa pessoa. As drogas naturais são obtidas em plantas e em minerais, as drogas químicas são obtidas em farmácias (lembrando que todo medicamento é droga e faz mal se usado incorretamente) e drogas sintéticas que são fabricadas em laboratórios.

As drogas circulam pelo corpo e entram na corrente sanguínea causando dependência, problemas circulatórios, cerebrais e respiratórios, compulsão e outros vários fatores que iguais a estes citados podem levar à morte.

Hoje, os principais usuários de drogas são adolescentes de 16 a 18 anos que começam a usa-las por curiosidade, influências, pelo prazer que elas proporcionam, pelo fácil acesso e pelo desejo de que elas resolvam seus problemas.

Os usuários podem ser classificados em:

  • Usuário experimental, que usa drogas pouquíssimas vezes e não se fixa em nenhuma.
  • Usuário ocasional, que usa drogas em determinadas situações.
  • Usuário habitual, que começa a ter o hábito rotineiro de usar drogas.
  • Usuário dependente, que não consegue ficam muito tempo sem usar drogas.
  • Usuário de abuso, que usa drogas de forma compulsiva, que enquanto tiver ele está usando.
  • Usuário crônico, que é aquele em que a droga passa a ser parte da sua vida sendo o fator mais importante.

O uso de drogas é considerado crime previsto no Código Penal Brasileiro cujas penalidades variam de seis meses a dois anos de prisão.

27) Guaraná em Pó é Droga

Não necessariamente, tendo em vista que as substancias que o constituem são basicamente a teobromina (presente também no chocolate) e a cafeína, seus efeitos não são tão graves quanto de uns cafezinhos ou umas trufas de chocolate.

Não tem como afirma que o guaraná vicie, no entanto o organismo se acostuma com ele e quando sente falta reclama. Isso é ocorre pelo fato da teobromina e a cafeína ativarem as dopaminas (neurotransmissores cerebrais que deixam à pessoa acordada e mais agitada). Quando se faz o uso prolongado do guaraná, o cérebro passa a precisar de uma quantidade cada vez maior de dopamina.

O uso exagerado do guaraná pelos adolescentes muitas vezes são decorrentes dos estudos, principalmente em época de vestibular, tendo em vista que o jovem quer aproveitar tanto o dia como a noite para estudar, obtendo assim um enorme conhecimento, mas para que isso o ocorra precisa se manter acordado durante a noite e para conseguir tal feito ele faz o uso do pó de guaraná. O que futuramente o levará a uma forte dependência da dopamina produzido pelo consumo do guaraná.

Drogas lícitas

As drogas lícitas ou permitidas por lei são os medicamentos utilizados como estimulantes ou calmantes, além de outras substâncias (que também podem ser consideradas drogas lícitas) comercializadas normalmente.

Exemplos:

– nicotina: que está no cigarro;

– cafeína: que está no café;

– álcool: que está nas bebidas destiladas: pinga, whisky, vinho, vodka, gim, etc. Além das bebidas fermentadas: as cervejas, os chopes.

Drogas ilícitas

As drogas ilícitas (as proibidas por lei), assim como as lícitas, podem ter efeitos estimulantes, depressivos ou perturbadores no sistema nervoso central.

Exemplos:

– cocaína, de efeito estimulante, extraída da coca, vegetal das regiões andinas da América do Sul, pode ser inalada na forma de pó refinado ou injetada na veia, misturada com água;

– crack, uma variação da cocaína cujo resíduo é misturado com bicarbonato de sódio e fumado;

– maconha, de efeito perturbador, extraída da folha da planta Cannabis Sativa. O pó da folha ressecada é fumado;

– “ecstasy”, a chamada “pílula do amor”, por ser adquirida em forma de comprimido, é um composto de substâncias estimulantes e perturbadoras (muitas vezes utilizada em casas noturnas).

Classificação das substâncias psicotrópicas

Existe uma classificação das substâncias psicotrópicas, de acordo com o seu efeito no sistema nervoso central.

Exemplos:

estimulantes, que aceleram a transmissão nervosa. Fazem o cérebro trabalhar mais depressa, deixando as pessoas com menos sono e mais elétricas. São as anfetaminas, também conhecidas como “bolinha” ou “rebite” (presentes em remédios para emagrecer), cafeína, cocaína, crack, nicotina, entre outras.

depressoras, que diminuem o ritmo da transmissão nervosa. São os opiáceos-xaropes, álcool, morfina, heroína, ansiolíticos e barbitúricos (calmantes), ervas calmantes (chás), entre outras.

perturbadoras, que potencializam sensações e podem alterar o funcionamento do sistema nervoso central. O melhor exemplo é a maconha.

–          alucinógenas, únicas substâncias que alteram o sistema nervoso central a ponto de causar alucinações, como, por exemplo, algumas ervas/flores, ácido lisérgico (LSD), alguns cipós e cogumelos encontrados em esterco.

A droga, o comportamento e o sentimento

Por que falar sobre isso?

A finalidade deste estudo é conscientizar as pessoas na prevenção do abuso e dependência das drogas psicotrópicas.

Quando criamos necessidades que não são verdadeiras e usamos drogas de forma inadequada, o bem-estar que procuramos é artificial e ilusório.

CUIDADO: Muitas vezes nos deparamos com cenas de programas de televisão em que o whisky é visto como uma forma para “relaxar”, assim como o cigarro conforta quem está tenso.

O grande problema é que a bebida alcoólica é sempre motivo para “afogar as tristezas” como também para comemorar as vitórias.

Fique atento!
Pesquisa do NEVICI sobre o uso de drogas

O NEVICI (Núcleo de Estudos sobre a Violência e a Conquista da Cidadania) realizou uma pesquisa sobre o uso de drogas durante o primeiro semestre de 2005 e contou com a participação de 1.575 alunos, sendo 1.017 do sexo feminino e 558 do sexo masculino. O questionário utilizado foi desenvolvido pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo).

Os resultados apontam como maior incidência de consumo:

O álcool em primeiro lugar, seguido pelo cigarro (nicotina), que, juntamente com os medicamentos, alcançou o segundo lugar.

– 11% afirmam nunca beber;
– 80% afirmam ter o hábito de ingerir bebidas alcoólicas.

É aí que “mora o perigo”!

O hábito de beber cria rituais em que a bebida é muitas vezes o motivo principal da reunião dos amigos.

– Muita gente já tomou um “porre” – 50% das mulheres e 65% dos homens que responderam a pesquisa afirmam ter passado por essa experiência.

–      A pesquisa aponta que a bebida mais consumida é a cerveja. A maioria das pessoas consultadas, 39%, costuma beber com os amigos em bares e casas noturnas; 24% costumam
beber em casa.

O que é abuso?

CUIDADO COM O ABUSO!

Quando a bebida toma uma proporção de
importância acima do normal a situação
pode ficar complicada!

O abuso é um passo para a dependência! O que é pior: a pessoa não tem consciência do agravamento da dependência.

O que é dependência?

A sociedade em geral muito facilmente não percebe o tamanho do problema que o álcool pode trazer: a momentânea sensação de prazer pode dar lugar ao desconforto e conseqüências que atrapalham a vida pessoal e profissional.

Droga e dependência

Quanto ao uso do cigarro, a pesquisa aponta a incidência de:

– 20% entre as mulheres e 21% entre os homens.

Ao lado do cigarro estão os medicamentos como as drogas mais usadas entre as pessoas pesquisadas. Neste item, a população feminina vence:

– tranqüilizantes sem receita já foram consumidos por 27% das mulheres e 17% dos homens;

– medicamentos estimulantes para emagrecer ou ficar acordado já foram consumidos por 20% da população feminina e 8% da população masculina.

– da população feminina, 23% já experimentaram maconha; da população masculina temos o índice de 34%.

– A maioria da população pesquisada nunca experimentou cocaína ou crack: apenas 11% afirmam ter tido essa experiência.

– Quanto aos anabolizantes, 94% dos pesquisados afirmam nunca ter consumido.

A questão da prevenção do uso de drogas pode ser conscientizada por meio da nossa educação, relações afetivas, mídia, esportes, entre outros.

As drogas ilícitas são as menos significativas nos resultados da pesquisa.

Podemos crescer com autonomia, tendo sempre em mente que a liberdade implica em assumirmos um projeto de vida!

Outro Conceito de Droga

Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento.

As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via oral, injeção intravenosa ou aplicadas via rectal (supositório)

Tipos

Depressoras – podem dificultar o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Exemplos: álcool, barbitúricos, diluentes, cloreto de etila, clorofórmio, ópio, morfina, etc.

Psicodislépticas ou alucinógenas – têm por característica principal a despersonalização em maior ou menor grau. Exemplos: maconha, skunk, LSD, psilocibina, heroína, ayahuasca.

Psicoanalépticas ou estimulantes – produzem aumento da atividade cerebral, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos ativados. Exemplos: cocaína, crack, cafeína, teobromina, MDMA ou ecstasy, anfetaminas (bolinha, arrebite),  Oxi,  etc…

Quanto à forma de produção, classificam-se como:

Naturais

Semi-sintéticas

Sintéticas

Uso de drogas

É comum distinguir o abuso do uso de drogas de seu consumo normal. Esta classificação refere-se à quantidade e periodicidade em que ela é usada.

Outra classificação, se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, lóló, dentre outras substâncias químicas.

Os usuários podem ser classificados em: experimentador, usuário ocasional, habitual e dependente.

Motivos associados ao uso

Os motivos que normalmente levam alguém a provar ou a usar ocasionalmente drogas incluem:problemas pessoais e sociais influência de amigos, traficantes assim como da sociedade e publicidade de fabricantes de drogas lícitas:

  • sensação imediata de prazer que produzem
  • a facilidade de acesso e obtenção
  • desejo ou impressão de que elas podem resolver todos os problemas, ou aliviar as ansiedades
  • fuga
  • estimular
  • acalmar
  • ficar acordado ou dormir
  • emagrecer ou engordar
  • esquecer ou memorizar
  • fugir ou enfrentar
  • inebriar
  • inspirar
  • fortalecer
  • aliviar dores, tensões, angústias, depressões
  • agüentar situações difíceis, privações e carências
  • encontrar novas sensações, novas satisfações
  • força do hábito- DEPENDÊNCIA
  • ritual

Críticas

  • Qualquer droga é potencialmente tóxica, o grau de intoxicação depende da intensidade de seu uso, sendo diretamente proporcional.
  • Mesmo com drogas aceitas, toleradas ou até incentivadas pela sociedade é possível chegar ao abuso e dependência química.
  • A pessoa que usa drogas acaba ficando dependente por um bom tempo, até que resolva tratar-se ou decidir abandonar as drogas

Prevenção / Tratamento / Redução de Danos Sociais a Saúde

PREVENÇÃO

Orientação geral

A efetiva prevenção é fruto do comprometimento, da cooperação e da parceria entre os diferentes segmentos da sociedade brasileira e dos órgãos governamentais, federal, estadual e municipal, fundamentada na filosofia da “Responsabilidade Compartilhada”, com a construção de redes sociais que visem à melhoria das condições de vida e promoção geral da saúde.

A execução desta política, no campo da prevenção deve ser descentralizada nos municípios, com o apoio dos Conselhos Estaduais de políticas públicas sobre drogas e da sociedade civil organizada, adequada às peculiaridades locais e priorizando as comunidades mais vulneráveis, identificadas por um diagnóstico. Para tanto, os municípios devem ser incentivados a instituir, fortalecer e divulgar o seu Conselho Municipal sobre Drogas.

As ações preventivas devem ser pautadas em princípios éticos e pluralidade cultural, orientando-se para a promoção de valores voltados à saúde física e mental, individual e coletiva, ao bem-estar, à integração socioeconômica e a valorização das relações familiares, considerando seus diferentes modelos.

As ações preventivas devem ser planejadas e direcionadas ao desenvolvimento humano, o incentivo à educação para a vida saudável, acesso aos bens culturais, incluindo a prática de esportes, cultura, lazer, a socialização do conhecimento sobre drogas, com embasamento científico, o fomento do protagonismo juvenil, da participação da família, da escola e da sociedade na multiplicação dessas ações.

As mensagens utilizadas em campanhas e programas educacionais e preventivos devem ser claras, atualizadas e fundamentadas cientificamente, considerando as especificidades do público-alvo, as diversidades culturais, a vulnerabilidade, respeitando as diferenças de gênero, raça e etnia.

Diretrizes

Garantir aos pais e/ou responsáveis, representantes de entidades governamentais e não-governamentais, iniciativa privada, educadores, religiosos, líderes estudantis e comunitários, conselheiros estaduais e municipais e outros atores sociais, capacitação continuada sobre prevenção do uso indevido de drogas lícitas e ilícitas, objetivando engajamento no apoio às atividades preventivas com base na filosofia da responsabilidade compartilhada.

Dirigir as ações de educação preventiva, de forma continuada, com foco no indivíduo e seu contexto sociocultural, buscando desestimular o uso inicial de drogas, incentivar a diminuição do consumo e diminuir os riscos e danos associados ao seu uso indevido.

Promover, estimular e apoiar a capacitação continuada, o trabalho interdisciplinar e multiprofissional, com a participação de todos os atores sociais envolvidos no processo, possibilitando que esses se tornem multiplicadores, com o objetivo de ampliar, articular e fortalecer as redes sociais, visando ao desenvolvimento integrado de programas de promoção geral à saúde e de prevenção.

Manter, atualizar e divulgar um sistema de informações de prevenção sobre o uso indevido de drogas, integrado, amplo e interligado ao OBID, acessível a toda a sociedade, que favoreça a formulação e implementação de ações de prevenção, incluindo mapeamento e divulgação de “boas práticas” existentes no Brasil e em outros países.

Incluir processo de avaliação permanente das ações de prevenção realizadas pelos Governos, Federal, Estaduais, Municipais, observando-se as especificidades regionais.

Fundamentar as campanhas e programas de prevenção em pesquisas e levantamentos sobre o uso de drogas e suas conseqüências, de acordo com a população-alvo, respeitadas as características regionais e as peculiaridades dos diversos segmentos populacionais, especialmente nos aspectos de gênero e cultura.

Propor a inclusão, na educação básica e superior, de conteúdos relativos à prevenção do uso indevido de drogas.

Priorizar ações interdisciplinares e contínuas, de caráter preventivo e educativo na elaboração de programas de saúde para o trabalhador e seus familiares, oportunizando a prevenção do uso indevido de drogas no ambiente de trabalho em todos os turnos, visando à melhoria da qualidade de vida, baseadas no

processo da responsabilidade compartilhada, tanto do empregado como do empregador.

Recomendar a criação de mecanismos de incentivo para que empresas e instituições desenvolvam ações de caráter preventivo e educativo sobre drogas.

Texto extraído da Política Nacional sobre Drogas, aprovada pelo Conselho Nacional Antidrogas, em 27/10/2005

Legislação sobre o tema

Lei nº 5.726, de 29 de outubro de 1971, que dispõe sobre medidas preventivas e repressivas ao tráfico de substâncias entorpecentes ou que determinem dependências físicas ou psíquicas, e dá outras providências.

Situação: parciamente revogada pela lei nº 6.368 (em vigor apenas o Art. 22).

• Lei nº 6.368, de 21 de outubro de 1976. Dispõe sobre medidas de prevenção e repressão ao tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências. Situação: parcialmente revogada pelas leis nº 7.560 e nº 9.804.

• Lei nº 7.560, de 19 de dezembro de 1986. Cria o Fundo de Prevenção, Recuperação e de Combate às Drogas de Abuso – FUNCAB. Dispõe sobre os bens apreendidos e adquiridos com produtos de tráfico ilícito de drogas ou atividades correlatas, e dá outras providências. Situação: alterada pela lei nº 9.080.

• Lei n° 8.764, de 20 de dezembro de 1993, que cria a Secretaria Nacional de Entorpecentes e dá outras providências. Situação: inalterada.

• Lei n° 9.804, de 30 de junho de 1999. Altera a redação do artigo 34 da lei nº 6.368, de 21 de outubro de 1986, que dispõe sobre medidas de prevenção e repressão ao tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica. Situação: inalterada.

– Texto antidrogas em livro escolar, tramita na Câmara Federal e no Senado.  Projeto de lei já aprovado na Câmara dos Deputados, encontra resistência no Senado; Comissão de Assuntos Sociais acatou parecer pela rejeição da idéia Aprovada na Câmara dos Deputados, em julho de 2011, um projeto de lei que prevê mensagens antitabaco e antiálcool em livros escolares, encontra resistência no Senado Federal. De autoria do deputado Rubens Otoni (GO), prevê a publicação obrigatória de mensagens educativas sobre os “males e riscos inerentes”ao consumo de álcool e tabaco, nas contracapas de cadernos e livros escolares. O objetivo é usar o material didático como forma de prevenção para crianças e adolescentes.

ENTIDADES PARA O TRATAMENTO E PREVENÇÃO DE DROGAS

Serviços de apoio:

CATOC – Centro de Apoio Terapêutico de Osvaldo Cruz

Osvaldo Cruz-SP

Tratamento de Drogas / Álcool

Atendimento: 18- 3528-3490

Obra Social Nossa Senhora da Glória – Fazenda da Esperança

Departamento de Retorno à Vida – Cx. Postal, 529

Cep :- 12511-970 – Guaratinguetá – SP

Fone (12) 3128-8902 –  e.mail :- adm.rv@fazenda.org.br

Site :- www.fazenda.org.br

• Viva Voz – orientações e informações sobre a prevenção e o uso indevido de drogas.
Tel.: 0800 51 00 015

ABRAFAM – Associação Brasileira de Apoio às Famílias de Drogas dependentes
Rua Embuaçu, 625 – cj. 3 – Vila Mariana – São Paulo – SP. Tel.: (11) 574-1212

Grupos de Mútua Ajuda:

Alcoólicos Anônimos
www.alcoolicosanonimos.org.br

Narcóticos Anônimos
www.na.org.br


QUER MAIS INFORMAÇÕES?

http://www.antidrogas.com.br/ (Anti Drogas)

http://www.alcoolismo.com.br/ (Alcoolismo)

http://www.alcoolicosanonimos.org.br (Alcoólicos Anônimos)

http://www.contradrogas.org.br (Associação Parceria contra Drogas)

http://obid.senad.gov.br (Secretaria Nacional Contra as Drogas – Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas)

Fonte:

pt.wikipedia.org/wiki/Droga

www.senad.gov.br

14 respostas a Cartilha sobre drogas

  1. JANE DALACORTE disse:

    Sou integrante de uma Equipe multidisciplina que montou uma Associação Chamada Koi, em Torres RS, que tem um trabalho focado em três áreas:
    Prevenção: palestras na comunidade como um todo.
    Atendimento ambulatorial: individual, grupal e oficinas.
    Inclusão: acompanhamento ou monitoramento, em cursos, na escola e no trabalho.
    Gostaríamos de orientações de como conseguir os materiais da SENAD, para distribuir em nossas palestras e ou para o estudo de grupos técnicos.
    Estamos aguardando, OBRIGADA.

  2. luiz antonio sanita disse:

    Sou presidente do LIONS clube de Guararapes e gostaria de receber uma cartilha para que possamos fazer cópias para distribuição em campanhas no município.
    Endereço para correspondência: Rua Francisco Galhardo Filho nº 92, Guararapes/SP, CEP 16.700-000

  3. FATIMA TORRES disse:

    Boa Noite,

    Gostaria de mais informações sobre a a cartilha, se existe alguma possibilidade de receber para trabalhar com meus pacientes.
    Trabalho em uma instituição para dependentes no Rio de janeiro, sou Psicóloga , dou atendimento e palestras e gostei bastantes desse material e queria poder ter um material assim para distribuir para eles ou uma orientação para melhorar o meu trabalho.
    Obrigado aguardo resposta.

  4. esse site e muito bom ele esclareceu quase todas as questoes do meu trabalho

  5. Iara Nayá disse:

    Gostei muito desse site…Se os indivíduos que usam esses tipos de drogas lê-se esse site,teriam noção do que estão fazendo com o organismo e a vida deles ou delas.

  6. Iara Nayá disse:

    Esse site é ótimo…Se os indivíduos que usam esses tipos de drogas lê-se esse site,teriam noção do que estão fazendo com o organismo e a vida deles ou delas….

  7. Iara Nayá disse:

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  8. Flaviana disse:

    Meu filho de sete anos ganhou a cartilha:Drogas:cartilha sobre maconha cocaina e inalantes,na escola ,O que vcs acham?

  9. Pingback: Cartilha sobre drogas | Trânsito Legal

  10. LEONICE OLIVEIRA disse:

    MARAVILHOSO ESSE SITE, ME AJUDOU 99%
    OBRIGADA!

  11. Aline Luíza disse:

    bom demais ma ajudou a fazer o trabalho

  12. Jose Francisco da Silva disse:

    gostaria de receber livros didáticos para serem distribuídos nas escolas , a titulo educativos para adolescentes e pais e outras pessoas que estiverem interesses.
    Sou Jose Francisco da Silva, Delegado de Policia Civil, aposentado e tenho o tempo todo disponíveis para este fins e ainda receber matérias com ilustrações com figuras sobre todos os tipos de viciados em drogas etc…

  13. Sou professora de ciências em uma escola do campo e estou preocupada com o futuro dos meus alunos.
    Preciso de urgente dessa cartilha para orientá-los.
    Trabalho em local onde as drogas estão exterminando nossos adolescentes;

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